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quinta-feira, 26 de maio de 2011

O "Pr. João" tá fumando erva estragada...


Ando meio inquieto com o quê vem e o quê não vem acontecendo por estes dias. Isso me obrigou a uma ligeira pausa, entrecortada por uma respiração lenta, pensando no que não estou conseguindo escrever. Tudo ainda está sem forma e vazio. Apenas sinto que algo dentro de mim aguarda ansiosamente o “fiat lux” divino para virar algumas linhas escritas.

Afinal de contas, não tenho como postar o que não estou conseguindo verbalizar apenas com uma página em branco: Ninguém vai ler minha mente e minhas emoções! Algo precisa ser dito sobre este incômodo. Quero alertar a todos sobre os últimos acontecimentos, mas estes ainda não ocorreram, ou – talvez – tenham se desenrolado em esferas ainda não reveladas...

Apenas sinto o peso e o desconforto. Aquela sensação de que, a qualquer momento, o telefone pode tocar e alguém do outro lado virá com uma notícia inesperada, do tipo “fulano, que estava conosco até então, não está mais” ou, pior ainda, ligar o rádio, TV, ou acessar algum site de notícias e ser informado que o arrebatamento ocorreu há alguns minutos atrás, deixando eu e você para trás...

Não sei o que acontece. Só sei que é uma situação incômoda pra caramba. Parece com aquele retrocesso das ondas do mar que precedem um tsunami. Um silêncio ensurdecedor, regado por uma aparente calmaria, exibindo áreas do oculto do oculto que antes estavam inalcançáveis.

Pela curiosidade natural do ser humano, aliada à falta de cautela, nos aproximamos inocentemente "daquele novo" sem avaliarmos os possíveis riscos que corremos. Da mesma forma que diz o dito popular, “ele se faz de morto para comer o coveiro” este momento age, atraindo-nos hipnoticamente para o olho do furacão, como um delicioso pedaço de queijo numa ratoeira gigante.

Sem nos darmos conta, ouvimos um “tlec”. Imediatamente sentimos um frio na espinha, a sensação de ter caído em uma armadilha. Olhamos para trás e vemos que a porta de acesso agora está fechada. Tentamos avançar mas aquele caminho aberto em nossa frente começa a retroceder. Como os exércitos de Faraó, nos vemos submersos naquele mar que antes se apresentava como caminho seco.

Puta viagem, o João deve estar fumando erva estragada, cheirando cola e comendo a lata ou tomando café coado na cueca suja, alguns poderão dizer... Não discordo não! Como disse no começo, estou com a sensação de que devo estar super alerta a tudo o que está acontecendo e não está acontecendo, pois algo ESTÁ acontecendo e não tenho como discernir se isso é bom ou ruim.

Na dúvida, seguro a colher de pedreiro em uma mão, enquanto a outra mão repousa sobre o cabo de minha espada...

Reações:

3 comentários:

  1. Éééé, João,

    Acho que estamos fumando a mesma erva!!!!

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  2. René, tá me zoando ou é sério?

    Eu tava achando que estava viajando sozinho!

    Pior! Estava achando que eu deveria me dirigir de livre e espontânea vontade ao "Pinéu"!!!

    Me explica essa!!

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  3. É sério!!! Aliás, é seríssimo!!! 'Cê não tá sozinho nessa viagem, não!!!

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Anônimo, eu não sei quem é você, mas o Senhor te conhece muito bem. Sendo assim, pense duas vezes antes de utilizar este espaço LIVRE (poderia bloquear comentários de anônimos mas não o faço por convicção pessoal e direção espiritual) antes de ofender quem quer que seja. Estou aberto para discutimos idéias sem agredir NINGUÉM ok? - Na dúvida, leia mil vezes Romanos 14, até ficar encharcado com a Verdade sobre este assunto...