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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Eles não conseguiram me tocar...


Já escrevi algo sobre este assunto, mas não detalhei como hoje sinto vontade de fazer...

Em minha busca para encontrar um sentido à vida, bati em várias portas: Nasci católico, fui para o kardecismo, flertei com o Johrei, brinquei com magia negra, satanismo e religiões afro-brasileiras.

Queria algo que ‘funcionasse’ realmente, e nessa busca fui levado a uma cartomante que simplesmente destrinchou meu passado, dando detalhes de fatos que ocorreram no ‘oculto’. Fiquei impressionado e ela disse que me apresentaria ao líder espiritual dela, um pai-de-santo do Rio de Janeiro que uma vez por mês vinha para São Paulo.

No dia marcado fui até onde ele atendia; um senhor simpaticíssimo, sorriso de orelha a orelha, parecia com o Neguinho da Beija-Flor. Ele me olhou de cima abaixo, me chamou para entrar e sentar. Ao meu redor diversas imagens de orixás, velas, flores, oferendas e sacrifícios de animais. No ar um odor nauseabundo de bebida misturada com coisa estragada. À minha frente um tabuleiro com búzios. Ele jogou os búzios e começou a destrinchar vários fatos de minha vida, de minha personalidade.

Como disse antes, queria algo que funcionasse, e aquilo funcionava. Foi pedido que eu fizesse alguns trabalhos e eu os fiz. Com o decorrer do tempo, tornei-me freqüente no centro e ansiava que ele viesse a São Paulo. Assim foi indo, foi indo até eu decidir dar o próximo passo e freqüentar as sessões. Daí em diante veio o velho papo de que eu era médium e precisava desenvolver.

Comprei roupa branca e passei a ser o que se chama de filho-de-santo. Fiz ofertas e sacrifícios em encruzilhadas, matas e no terreiro. Participava ativamente de todas as atividades do centro.

MAS havia um detalhe: o pai-de-santo era homossexual e estava apaixonado por mim. Haviam outros rapazes no centro que também eram homossexuais e eram apaixonados pelo pai-de-santo, mas ele não queria nada com eles e sim comigo. Isso gerava um stress, uma ciumeira brava, era uma belêeeeza. Mas não ligava para isso, pois eu não era nem queria ser, muito menos ter algo com ele. Na verdade ser filho-de-santo gerava certo status e eu estava catando uma menina muito bonita que freqüentava o terreiro.

Um dia o pai-de-santo, por alguma razão que agora não lembro, disse que eu precisava tomar um banho de ervas, e quem daria o banho seria ele. Não estava nem ai. Fui, tirei a roupa e ele me banhou. Ele tremia e ficava falando baixinho: “Eu não posso, eu não posso tocar nele...” Eu me fiz de desentendido e amenizei a situação, dizendo a ele que, seu eu fosse ou tivesse inclinações homossexuais nós poderíamos sim ter um caso, mas aquela possibilidade era nula. Após me vestir, abracei-o, me despedi e fui pra casa.

Com o passar do tempo as coisas foram ficando mais sérias e meu envolvimento com os espíritos foram se intensificando, MAS (agora um “mas” bom) NUNCA, em nenhuma sessão, manifestei um espírito. Tava todo mundo lá, rodando e gritando, dançando com as mãos para trás e eu via tudo aquilo com muita inveja, sem entender o porquê d’eu não ‘entrar na dança’.

Certa feita, estávamos numa sessão que chamavam de ‘feijoada de preto-velho’, todos doidos para que começasse logo a comilança consagrada aos demônios, quando de repente o pai-de-santo, que estava em minha frente, foi arremessado no ar e caiu a uma distância de uns três metros de mim. Correram para levantá-lo mas não foi necessário: Ele saltou em pé do jeito que caiu, manifestado no que ele se auto-entitulou 'Lúcifer'. Logicamente não era o dito-cujo, pois esse tem mais o que fazer nas grandes questões mundiais, manipulando grandes líderes, envolvido em armar guerras e grandes conflitos, trazendo miséria e destruição em grande escala, não no 'varejo'. Ali era um demônio mentiroso querendo trazer terror aos presentes.

Ele dizia que haviam começado a sessão sem que lhe pedissem autorização nem que lhe oferecessem as oferendas necessárias para que ele autorizasse o trabalho. Imediatamente ‘todos se retrataram’, fizeram os sacrifícios ao ‘manda-chuva’ e a feijoada pode ter andamento.

Nesta época trabalhava no Itaú e também freqüentava o terreiro da avó de uma colega de trabalho. Resumindo um dos vários casos, quando me firmei com o outro pai-de-santo e deixei de freqüentar o terreiro dela, a avó de minha colega instruiu-la a fazer um despacho em frente a minha casa por vingança. Saí de manhã para o trabalho e vi lá toda aquela oferenda. Já tinha sido ensinado pelo pai-de-santo que numa situação daquelas eu deveria mijar em cima da oferenda e aquele feitiço seria anulado.

Cheguei no banco, abri meu caixa e ela chegou. Quando ela me viu se assustou por eu estar ali, firme e forte. Fui até ela e disse: ‘Lulão (esse era o apelido dela), você não sabe o que aconteceu: Fizeram um despacho para mim na frente de minha casa, mas já desfiz o feitiço. Estou com pena de quem fez isso”. Ela empalideceu, abriu o caixa dela e, logo em seguida, começou a tossir até não agüentar mais. Foi levada imediatamente ao médico e ficou afastada por uma semana, quando então voltou. Alguns dias depois o pai dela morreu misteriosamente de uma doença que ninguém soube explicar qual era. Terrível coincidência?

Um determinado dia, o pai-de-santo me disse que eu teria que dar um grande passo na minha 'evolução'. Ele começou a me explicar que eu teria que fazer minha cabeça. Queria me levar para o Rio de Janeiro e lá eu ficaria no centro dele um mês confinado no roncó, uma espécie de quartinho escuro onde não sairia por nada, me alimentando de coisas podres, tomando banho de abó e saindo de lá totalmente encapetado.

Disse-me também que eu deveria ter meu próprio (???). Isso eu não lembro o nome, mas sei explicar mais ou menos. Eu e o pai-de-santo deveríamos ir ao cemitério, desenterrar um cadáver recém enterrado, roubar o corpo, adorná-lo e cuidá-lo como se fosse meu ‘protetor’. Não sei explicar com a linguagem deles, pois isso já tem mais de vinte anos. Eu e o defunto teríamos uma ligação íntima, seríamos como se fossemos um só. Ele me protegeria e eu cuidaria dele, como se fosse vivo.

Assustei-me um pouco, mas sempre fui fundo em tudo o que fiz e aceitei o convite.

Quando disse sim, o pai-de-santo teve uma reação estranha. Empalideceu e começou novamente a dizer: "Eu não posso, eu não posso fazer isso com ele"...

Com o tempo nos afastamos. Fiquei ‘ateu’ por um bom tempo, apenas curtindo a vida, longe da feitiçaria. Me converti, mudei meu rumo e minha história e hoje estou aqui, firmão na presença de Jesus. O passado passou, digamos assim. Ficaram as tristes lembranças de tudo isso, que foram lavadas com o precioso Sangue de meu Senhor.

De tudo o que escrevi acima, gostaria de comentar uma coisa: Notaram que todas as vezes que o pai-de-santo tentava ir além comigo ele dizia “não posso, não posso fazer isso com ele”? Notaram que, nesta minha busca pelo que eu julgava ser 'de Deus', nenhuma vez manifestei nenhum espírito imundo? Por mais que sinceramente quisesse dar os próximos passos em direção ao que na verdade eram trevas as coisas simplesmente não funcionavam?

Não creio em predestinação. Creio na onisciência de Deus e em sua intervenção poderosa. Quantas vezes ouvimos testemunhos de irmãos que, em situações parecidas, foram blindados pelo Senhor e o feiticeiro era obrigado a dizer, a muito contra gosto, que “naquele ele não poderia tocar pois ele pertencia ao homem lá em cima”?

Assim foi comigo, para honra e glória do Senhor.

Quero glorificar a Deus...

LOUVAREI ao Senhor em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca. A minha alma se gloriará no Senhor; os mansos o ouvirão e se alegrarão. Engrandecei ao Senhor comigo; e juntos exaltemos o seu nome. Busquei ao Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos. Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias. O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia”. – Salmo 34:1-8

P.S: Não foi fácil escrever sobre isso, tive uma noite de batalha espiritual intensa desde que decidi dar meu testemunho sobre estes fatos. Estou com os olhos cheios de lágrimas ao lembrar de tudo isso e de reler este trecho dos Salmos que fala muito fundo ao meu coração, pois nele vejo o quanto a mão de Deus esteve sobre minha vida por todos os caminhos que trilhei na ignorância, mas de coração sincero.

Reações:

16 comentários:

  1. "Eu sou do meu Amado e meu Amado é meu"

    que lindo testemunho!!

    Já ouviu o relato do Caio Fabio a respeito deste tema? é, ele foi blindado tbém.

    Vc tem cada vez mais minha admiração.

    abraços e abraços

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  2. Em relação ao Caio, minha resposta é esquisita: Já li, mas faz tanto tempo que não me lembro mais... rsrs

    Li quase tudo que ele escreveu e ouvi algumas mensagens, mas faz tanto tempo! (tô ficando veínho)

    É uma honra alguém do seu 'calibre' me admirar. Já te disse que EU que sou seu fã...

    Bjos...

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  3. Caramba!

    Sei de uma história parecida com essa.
    Quando fiz Cursilho (espécie de retiro de quinta a domingo aqui da IEC, onde "me confirmei"- e foi nele que se deu meu encontro com Jesus! Depois eu explico melhor rss) uma das dirigentes de grupo fez parte disso aí que vc relata. O testemunho dela é de arrepiar. Ela era quem recepcionava os senhores e senhoras ilustres da alta sociedade. Mulher bonita, fina e elegante, sabia (e sabe!) receber visitas como ninguém, mas graças a Deus ela hoje pertence ao Senhor, aliás sempre pertenceu, não tenho dúvida. Glória a Deus!!!

    Minha história não vai assim tão longe, ou seja, não passei por corredor tão escuro, digamos assim, mas eu CREIO nisso de pertencer a Jesus, sim, pois eu nasci e me criei em meio a imagens e nunca fiz uma promessa pra santo na minha vida, nunca tive uma santa protetora nem nunca me ajoelhei diante de nenhuma imagem, nunca beijei mão de padre nem de bispo,(amigos de meus pais!) sempre estranhei muita coisa.

    Aliás, vc já deve ter lido em meu blog algo a respeito. E não que quem o faça esteja perdido para sempre, lógico, Deus é soberano e não tem clichê bíblico melhor pra isso do que o do "mala" na cruz.

    Tem pessoas sinceras mas equivocadas fazendo isso que vc se propôs a fazer. Mas tem coisa assim que você não consegue mesmo explicar, tipo, eu nunca me rendi a certas normas, certas regras que me gritavam ali na cara para fazer, nem mesmo como mero costume. Tinha coisa que eu fazia era tirar onda, algo típico do meu temperamento e idade.

    Enfim, é assunto pra mais de metro como diz o matuto lá da roça.

    Fico tão feliz de ler testemunho assim, aliás, isso pra mim é que é testemunho.

    Beijos,

    R.

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  4. Rê,

    É engraçado isso. Tem alguns testemunhos que quando ouvimos ficamos pensando: "Ah, esse cara tá forçando, isso não aconteceu deste jeito..."

    Só quando você vive aquilo é que você fala com propriedade e fica nas entrelinhas o aval do Espírito Santo, convencendo de que aquilo é verdade.

    Já vi cada coisa minha irmã...

    Até dei uma brecada em alguns detalhes, pra não parecer que eu estava contando cenas de um filme de terror.

    Até contei alguma coisa em posts antigos, não sei se você chegou a ler "Os trens assombrados da linha Osasco x Jurubatuba"... (acho que esse no nome do post, parte 1 e 2)

    Aliás, ô trenzinho fantasma aquele!

    Fora as coisas que ainda não escrevi e que, com o tempo e com a direção do Espírito Santo, vou mandar ver...

    Beijo mocinha, fica na LUZ (deu vontade de falar isso pra vc...)

    JC

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  5. Dri, Rê...

    Conversei com aquele meu amigo pai-de-santo (o que trabalha comigo) e falei que tinha escrito sobre este assunto. Contei pra ele o que o pai-de-santo queria fazer, aquela parada do cadáver, e ele me explicou que a intenção dele na época era me prender ao espírito do morto (o demônio que ele controlaria) e através dele me transformar em um homossexual. Esta era a maneira dele agir para "me ter" (sem trocadilho, rsrs), e com minha inocência + a poderosa mão de Deus ele brecou sua volúpia, constrangido pelo poder maior em minha vida.

    É mole?

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  6. Mermão, kkk. Que testemunho legal hein? Eu já me envolvi com macumba também, mas ao contrário de você não vi nada funcionar, era tudo loróta e mentirada. Que bom que Papai lhe protegeu. Glória a Ele. Forte Abraço.

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  7. não é mole não!!

    Disse bem,
    Poder maior que não rivaliza no mesmo patamar com ninguém. Ele é Soberano, Dono de tudo e todos.
    Todas as potestades obedecem a Ele!!
    Ao Senhor toda Glória para sempre e sempre.

    entendo seu cuidado em não revelar os detalhes mais sórdidos, faz bem...

    Saiba que seu testemunho já está sendo canal de benção para pelo menos uma pessoa!
    Indiquei seu blog para um amigo enviado por Deus para estar aqui pertinho, e ele está de boca aberta.
    Já oramos juntos e logo mais vamos conversar. Ele te uma história parecida com a sua.

    obrigada por compartilhar sua vida.

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  8. Claudio,

    vc por aqui? quanto tempo....

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  9. Dri, tinha certeza que era necessário eu postar este texto. Falei da luta que foi conseguir dormir após ter decidido postar o que rolou...

    Deus abençoe nosso amigo (já considero meu também).

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  10. Cláudio, beleza?

    Vc também? Glória a Deus, temos muito o que conversar (e testemunhar...)

    Um grande abraço e obrigado pela visita!

    JC

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  11. "Pastor",

    Só agora vi os comentários do trem, sô rsss
    E aproveitei e fiz o meu.

    E esse lance de dizer coisas do tipo "Com esse povo dessa igreja aí eu não me meto" não conto as vezes que já ouvi.

    Ou então: batizou lá, tá garantido.

    E por aí vai...

    Temos mais essa em comum, tô bege!

    bj

    R.

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  12. João

    É incrível como esse título tem a ver comigo!

    A propósito do que falei no texto do trem, tem um livro "Por trás do véu" de autoria de Marcelo Ferreira que denuncia uma doutrina estranha que tem se espalhado no Brasil há cem anos.

    Tem duas questões que ele coloca COM PROPRIEDADE em carta ao Conselho da CCB e que eu gostaria de reproduzir aqui, porque entre os milhares de "ensinamentos" e tópicos ou pontos doutrinários como queiram chamar, esses dois eram dos que mais me intrigavam:


    (...)

    Apontamos para algumas providências que iriam sanar muitos dos problemas hoje vigentes em nosso meio:

    - Rever o ensinamento da Congregação Cristã de que o batismo purifica o homem do pecado, pois tal afirmação, no entanto, não tem base bíblica. O texto de 1João 1.7 lança por terra tamanha contradição:

    “...e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho nos purifica de todo pecado”.

    A Bíblia deixa bem clara essa questão: o que nos purifica é somente o sangue de Jesus Cristo. Lemos, em Marcos 16.16:

    “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”.

    Não é dito que quem não crer e não for batizado será condenado, mas apenas que quem não crer.
    Pregar o batismo salvífico é pregar outro evangelho (Gl 1.6-9; At 15.11; Rm 1.17; 2Co 11.4). Quem regenera é o Espírito Santo, quando a pessoa se arrepende de seus pecados e crê em Jesus (Tt 3.5-7; 1Pe 1.18).
    O batismo não lava pecados, somente o sangue de Cristo (1Jo 1.7; Ap 1.5; 5.9,10).

    - Ensinar a querida irmandade que a Congregação Cristã no Brasil é uma igreja cristã, na qual opera a Graça de Deus como em outras denominações genuinamente cristãs. Não sendo correto chamar a Congregação Cristã de "Graça de Deus" ou "esta Graça", pois a Graça de Deus não é a Congregação Cristã ou qualquer outra denominação evangélica, mas sim a Obra Redentora realizada pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário em favor de todo aquele que Nele crê (Jo 3:16). Graça é o favor imerecido de Deus não uma denominação ou instituição religiosa.
    Também a não chamar a Congregação Cristã de "caminho", pois o único caminho que conduz a salvação segundo a Bíblia nos ensina é o Senhor Jesus (Jo 14:6).
    ---------------------------

    Sabe, João.

    Isso de dizer, e martelar, e fazer lavagem cerebral sobre batismo que salva, é a mais pura verdade. Eu mesma já vi pessoas batizadas lá se comportarem sem a menor ética, com violência doméstica, sendo verdadeiros marginais e "irmãos" perguntarem intrigados. "Mas ele não se batizou?!" Gente letrada, não é gente analfabeta, não. Por isso que eu digo que é uma baita lavagem.

    A ironia é que eles tinham um orgulho tolo em dizer aos quatro ventos do planeta que não usam mídia e agora eles estão nela de forma constrangedora...

    Veja + aqui:

    http://portalccbonline.blogspot.com/2008/02/ltimas-notcias.html

    ResponderExcluir
  13. Veja ainda:

    http://www.alphaomegactb.com.br/confissao_e_desligamento.pdf

    Abs...

    R.

    "Quem tiver olhos para ler, leia"

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  14. Mano querido:

    para vc, diante do que foi posto e do que é seu caminho no Caminho,

    2 Timóteo 4:1-5

    te amo em Cristo

    (seu texto vai render muito......)

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  15. Amém!

    Também te amo muito minha irmã! Pode ter certeza disso!

    O legal nesta de blogar é esta familiazinha que começa a se formar, diferentemente dos outros meios virtuais como orkut, etc, que é mais badalação.

    Fica com Deus!

    JC

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Anônimo, eu não sei quem é você, mas o Senhor te conhece muito bem. Sendo assim, pense duas vezes antes de utilizar este espaço LIVRE (poderia bloquear comentários de anônimos mas não o faço por convicção pessoal e direção espiritual) antes de ofender quem quer que seja. Estou aberto para discutimos idéias sem agredir NINGUÉM ok? - Na dúvida, leia mil vezes Romanos 14, até ficar encharcado com a Verdade sobre este assunto...